Botas Salto Agulha
segunda-feira
Por que ter um "Amante"?
O trágico é desistir de viver!
Por isso, e sem mais delongas, procure um amante!
A psicologia após estudar muito sobre o tema, descobriu algo transcendental:
Ética Objetiva e Subjetiva
Ética não é apenas um conjunto de normas que norteiam o comportamento humano traduzindo atitudes em boas ou más. É, principalmente, assegurar valores relevantes para a manutenção do equilíbrio das relações sociais. Podendo apresentar-se como regras definidas claramente em seu caráter objetivo. Assim como, ser uma abrangente gama de valores subjetivos individuais ou coletivos, que não devem ser alvo de movimentos separatistas ou preconceituosos.
No exercício profissional dos psicólogos deve-se levar em consideração que tais valores não são fixos e imutáveis, não são estagnados, e estão em constante desenvolvimento de acordo com o contexto sócio-cultural e econômico, podendo ser até mesmo religioso, onde o indivíduo está inserido.
A Constituição Brasileira em seus Princípios Fundamentais estabelece diretrizes baseadas em Valores Universais necessários para o exercício da cidadania neste país. Outros documentos foram formulados como ramificações desta fonte. Cabe ao povo e aos seus governantes conhecer e atuar à luz destes quando convivendo em sociedade.
A natureza subjetiva dos valores éticos dá ao indivíduo a responsabilidade para agir considerando impressões e interpretações internas para que sejam estabelecidas atitudes em relação ao outro e a si mesmo. Não apenas como o direito de ir e vir, como também o de expressar-se livremente onde a subjetividade de cada um não deve ferir a subjetividade do outro para que haja harmonia nas relações.
Diferentes líderes e psicólogos defendem a importância da humanização dos processos interativos incorporando a subjetividade como elemento de coesão entre as pessoas e os padrões de conduta. É compreender o outro como capaz de fazer escolhas individuais, atuar e pensar em sua forma própria criando condições favoráveis para uma vida plena no ambiente em que está inserido e com a natureza.
Crica Fonseca
quinta-feira
Monte Castelo
Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal.
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver.
É ferida que dói e não se sente.
É um contentamento descontente.
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer.
É solitário andar por entre a gente.
É um não contentar-se de contente.
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade.
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem todos dormem todos dormem.
Agora vejo em parte. Mas então veremos face a face.
É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.
E falasse a língua do anjos, sem amor eu nada seria.
sábado
segunda-feira
Sabedoria Oriental - A vaca e o Precipício
Uma vez, um sábio chinês e seu discípulo vistaram ao longe um casebre, em uma de suas andanças. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada.
Naquela área desolada, sem plantações nem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
- Este é um lugar muito pobre e longe de tudo. Como vocês sobrevivem?
- O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento – disse o chefe da família.
- Ela nos dá o leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado porém resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la e pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira.
Ao fazer a curva da estrada não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá há alguns anos.
- Claro que sei. Você está olhando para ela! – disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes…
Então, amigos, o conselho do velho mestre: Reflitam sobre suas vidas a cada dia, honestamente, retirando todas as coisas que acontecem porque é mais fácil ou porque já estão acostumados. Tentem encontrar novas soluções para velhos problemas. E prossigam sempre, sem estagnar.
Uma vez, um sábio chinês e seu discípulo vistaram ao longe um casebre, em uma de suas andanças. Ao se aproximar, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada.
Naquela área desolada, sem plantações nem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada. Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos. A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
- Este é um lugar muito pobre e longe de tudo. Como vocês sobrevivem?
- O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento – disse o chefe da família.
- Ela nos dá o leite, que bebemos e também transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
- Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
- Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
- Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado porém resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo. Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la e pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira.
Ao fazer a curva da estrada não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica. Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou. O que teria acontecido com a família? Decerto, vencidos pela fome foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade. Aproximou-se, então do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá há alguns anos.
- Claro que sei. Você está olhando para ela! – disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
- Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
- Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos, mas um dia ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor que antes…
Então, amigos, o conselho do velho mestre: Reflitam sobre suas vidas a cada dia, honestamente, retirando todas as coisas que acontecem porque é mais fácil ou porque já estão acostumados. Tentem encontrar novas soluções para velhos problemas. E prossigam sempre, sem estagnar.
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sexta-feira
terça-feira
Envolvimento e Comprometimento
"Quanto mais comprometidos os empregados estiverem com a empresa, melhor irão representar sua marca", disse Stephen Moyla no 10º Congresso Mundial de Gestão de Recursos Humanos _ pesquisa divulgada Market Probe e pela brasileira Zilda Knoploch, da Market Probe do Brasil. Chiavenato_ no livro Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos, diz que as organizações estão desenvolvendo padrões e expectativas para assegurar vantagens competitivas e desempenho excepcional, onde as pessoas deverão perseguir oportunidades e adicionar valor e assim serão vistas como parceiros nas empresas.
Segundo Maria Bernadete Pupo, envolvimento e comprometimento estão ligados às ações de compreensão ou de julgamento que as pessoas fazem de si mesmas e uns com os outros baseados em fatos e ações, e dependendo do comportamento adotado, poderá reproduzir o sucesso ou o fracasso. O profissional envolvido e comprometido preocupa-se com seu nome e com sua reputação dando uma atenção especial a sua carreira e ao desenvolvimento de toda a empresa.
As políticas de Gestão de Pessoas relacionadas ao Envolvimento e Comprometimento devem incentivar a proatividade, criatividade, responsabilidade, flexibilidade, adaptabilidade, respeito, maior atualização, sistemas de recompensas justos, programas de reconhecimento, boa comunicação (lateral, de baixo para cima e de cima para baixo), envolvimento dos empregados na solução de problemas, integração estratégica e de qualidade, maior vantagem competitiva e empreendedorismo. Estas características são claramente verificadas quando observamos as atitudes de profissionais envolvidos e comprometidos que acabam por influenciar diretamente o funcionamento de suas empresas. Com isso zelam também pela missão, visão e cultura organizacional. Como na citação de Legge (1995, p.208), constituem “a diferença que faz a diferença”.
Torna-se importante o investimento em pesquisas e programas motivacionais propiciando um ambiente estimulador, desafiador e agradável. Salários compatíveis com o mercado, o poder de decisão, bônus e benefícios são ventagens comumente oferecidas. Porém, é fundamental que outros aspectos de qualidade sejam considerados para se reter verdadeiros talentos dentro das organizações. Os clientes internos, que são os próprios funcionários de uma empresa, estão mais envolvidos e comprometidos a medida que perceberem e reconhecerem que a empresa está envolvida e comprometida com os mesmos. O ambiente de trabalho também deve proporcionar oportunidades para o desenvolvimento de bons relacionamentos aproximando as pessoas por meio de comemorações, eventos, projetos multidisciplinares, informativos e incentivar idéias, sugestões e reclamações dos empregados. Elevando o senso de utilidade, confiança e auto estima de seus colaboradores.
Ao considerar o novo modelo de homem baseado em um crescente e maior conhecimento de suas complexidades e mutáveis necessidades e entender que o poder deve estar na colaboração e no engajamento com equalização para alcançar uma administração participativa que permite maior autonomia e liberdade gerando o envolvimento e comprometimento das pessoas, cria-se então novos valores organizacionais com ideais humanísticos democráticos _ conceituação extraída das referências sobre Liderança Democrática, Chiavenato (2000). Segundo Chiavenato, a mudança individual é também um habilitador para a mudança organizacional porque é a organização se constitui de pessoas e o Desenvolvimento Organizacional deve coordenar esforços para: aumentar o nível de confiança e apoio entre os membros da organização; aplicação dos conhecimentos e métodos das ciências comportamentais; na melhoria ou mudança nos padrões de interação de um sistema social dinâmico derivado de normas, valores e expectativas; integração das emoções e sentimentos na perspectiva racional da organização formal para alcançar maior objetividade; focalização sistêmica para afetar os indivíduos, equipes e interações organizacionais; melhoria do clima organizacional; e aplicação da tecnologia social para garantir objetivos individuais e organizacionais.
Crica Fonseca
domingo
Desenvolvimento de Carreiras
O poder de tomada de decisão pessoal no planejamento de carreira lida com aspectos individuais múltiplos, consciência de tempo e espaço, ideologias, fatores psicológicos, relações afetivas e familiares, interesses materiais, necessidades de reconhecimento e de realização, momentos de confrontos, ambientais, constantes transformações internas, crenças e valores. London e Strumph (1982),apresentam uma forma sintetizada para o planejamento de carreira através de um Plano de Ação baseado na Auto-Avaliação _ avaliação de suas qualidades, interesses e potencial para os vários espaços organizacionais; do Estabelecimento de Objetivos de Carreira _ identificação de objetivos de carreira e de um plano realista baseado na auto-avaliação e na avaliação das oportunidades oferecidas pelas empresas; e Implementação do Plano de Carreiras _ obtenção da capacitação e acesso às experiências profissionais necessárias para competir pelas oportunidades e para atingir as metas de carreira.
Salientando que a participação nos programas ligados ao sistema de administração de carreiras deve ser voluntário. Tais como: Programas Internos de Treinamento e desenvolvimento, Programas de Orientação dos Empregados em Relação a Carreira, Seminários e Workshops, Processos de Divulgação Interna das Oportunidades de Trabalho e Reembolso de Cursos Externos Feitos pelos Empregados.
A Gestão de Recursos Humanos aliada a outros Gestores relacionados possui ferramentas de administração capazes de elaborar pontos classificados como Indicadores de Situação_ segura, insegura, possível problema e problema; de Desempenho _ excepcional, muito bom, bom, insatisfatório; e de Potencial _ Apto a assumir posição imediatamente, apto para assumir posição em dois anos, movimentar-se lateralmente e limitado a sua posição atualmente. Esta forma de análise denominada Plano de Sucessão possibilita a projeção de vagas futuras, o planejamento de carreira organizado conforme o mapeamento organizacional e o busca um alto nível de adesão das pessoas às determinações de encarreiramento efetuadas pela empresa. Ao projetar exigências sobre a capacitação e o comportamento das pessoas deve-se ter o cuidado de não inibir e condicionar decisões de ajustes necessário a gestão de pessoas e de negócio.
Com base no cargo é possível estabelecer Sistemas de Valorização e Diferenciação relacionados a remuneração e aos acessos simbólicos de status. Assim, a pessoa é valorizada em função do cargo que ocupa. Para que haja um equilíbrio nesta valoração é preciso considerar aspectos centrados no trabalho e aspectos centrados na pessoa. Cada empresa será mais tendenciosa a um ou outro aspecto de acordo com suas características organizacionais. Hoje são sugeridos Sistemas de Diferenciação de Terceira Geração que estão mais de acordo com os impactos esperados para o bom funcionamento organizacional de uma empresa e pessoas, lembrado que há vantagens e desvantagens deste os sistemas tradicionais até os modernos quando considerado o momento histórico vivido pela empresa, valores organizacionais, estrategias de negociações e gestão e características de mercado.
Como Indicadores de Maturidade Profissional dentro das empresas utiliza-se: tempo de formação acadêmica, tempo de experiência, cursos, participação em congressos e seminários, títulos, proficiência em idiomas, liderança e coordenação de projetos, elaboração e execução de projetos específicos, publicação de trabalhos científicos, projeção profissional externa, filiações a associações profissionais. Carreias são desenhadas com base nos níveis de formação e na inserção da gestão de carreiras da organização. Podendo ter Estrutura Linear, alinhadas em uma única direção; Estrutura em Rede, apresentando várias opções permitindo às pessoas estabelecerem sua trajetória por a partir de critérios pré-estabelecidos; e Estrutura Paralela, concentrando sistemas de diferenciação centrados no trabalho e nas pessoas de forma mais abrangente e flexível obtendo dois caminhos distintos, um pela natureza profissional e outro pela natureza gerencial.
Crica Fonseca
sábado
Plano de Carreira; definir, planejar e atuar.
Um conjunto de procedimentos determina Cargos, Funções e Salários. Torna-se fundamental identificar a realidade do empregador, assim como as necessidades, diretrizes, visão, missão, projeção de mercado, metas e valores que envolvem a Cultura e o Clima Organizacional de uma empresa. Conhecer as políticas da organização também engloba descrever as Remunerações, os Benefícios, os Incentivos, a preocupação o Plano de Carreira e o Desenvolvimento Profissional e Pessoal de seus colaboradores. Funcionários contratados e candidatos potencialmente aptos devem entender de forma honesta e clara seu campo de atuação para que se comprove atração pelo exercício profissional. Critérios bem definidos de Descrição de Cargos e Salários estabelecem um roteiro capaz de auxiliar todo o processo de Recrutamento, Seleção, Treinamento, Capacitação, Desenvolvimento e Retenção de Talentos. Tal descrição deve contar com a colaboração dos Gestores de Recursos Humanos, Gestores em geral, Gerentes, Coordenadores, Líderes, Supervisores de Linha e Encarregados de Produção para Análise de Cargos e Funções e Definição de Perfil desejado. Todos os ramos de atuação devem estar integrados e envolvidos como forma de estratégia de sobrevivência no mundo atual, visando à importância da adaptabilidade necessária e proativa às mudanças inevitáveis. Devemos considerar também que de acordo com autores como Mário Persona, o Plano de Carreira não obedece mais a lentidão do passando porque hoje funciona de forma multifacetada, veloz e dinâmica exigindo maior criatividade. É preciso sensibilidade, observação, simplicidade, flexibilidade e disponibilidade para a mudanças que podem trazer vantagens e exigem a observância de saber correr riscos para alcançar satisfação no mercado competitivo atual.
Compreende-se como Cargo o conjunto de funções semelhantes com suas devidas tarefas relacionadas. Sendo Funções o conjunto de tarefas atribuídas ao Cargo. Tarefas são o conjunto de procedimentos de esforço físico ou mental exercidos. O salário é o conjunto de remunerações básicas recebidas pela atuação em determinado cargo. A Carreira se refere a mobilidade e ou a estabilidade ocupacional, sugerindo um caminho gradual estruturado e organizado no tempo e no espaço relacionado-o a uma seqüência de atitudes, comportamentos e experiências envolvendo uma série de estágios e a ocorrência de transições que refletem necessidades, motivos e aspirações individuais e expectativas e imposições da organização e da sociedade.
Para elaborar a descrição de um cargo é preciso detalhar “o que” se faz, “como” se faz, “porque” e “para que” se faz em determinada ação para a realização do exercício do trabalho. É importante considerar o nível de conhecimento, complexidade e responsabilidade exigidos. Incentivar o aprimoramento destas ações aumenta a eficiência e eficacia na realização de tarefas. Por isso, estudos e treinamentos e todo o tipo de informação e formação, teórica e prática, auxiliam na capacitação e especialização profissional.
Subsidiado pela definição de cargos e salários e correlacionando-o a realidade da empresa, torna-se possível estabelecer um Plano de Carreiras. Projetos de Carreiras são importantes para captar e manter talentos humanos nas organizações motivando experiências necessárias para aproveitar oportunidades de desenvolvimento profissional e pessoal e alcançar metas. Os principais objetivos para o Planejamento de Carreiras está em desenvolver nas pessoas um espírito crítico em relação ao seu comportamento diante da carreira, estimular e dar suporte a um processo de auto-avaliação visando o planejamento individual, oferecer uma estrutura para a reflexão das pessoas sobre a realidade profissional e pessoal, e disponibilizar ferramentas para desenvolver objetivos de carreira e planos de ação e para monitorar a carreira ao longo do tempo.
O mundo globalizado não suporta processos longos e lentos como antigamente, uma visão estratégica deve embasar o Plano de Carreiras para evitar o engessamento do desenvolvimento da carreira fazendo com que um leque de alternativas seja aceito porque a mudança contínua é inevitável. Organizações complexas modernas estão rompendo paradigmas em gestão e em valores sociais. Processos de informação, comunicação, tecnologia, materiais e equipamentos dão agilidade e rapidez ao mercado impulsionando o tempo e gerando movimentos que exigem renovação, flexibilidade, adaptabilidade, decisões hábeas, abertura às novas possibilidades, aprendizados constantes, conhecimentos distintos e percepção para entender que é possível encontrar grandes analogias em atividades distintas. Durante as aulas da disciplina de Administração de Cargos e Carreira foi possível constatar o exemplo de Mário Persona, um arquiteto graduado que se tornou consultor de comunicação e marketing e escritor.
Para apresentarem-se aptas a desenvolver e manter estes diferenciais as organizações enfrentam o desafio de gerir pessoas dispostas a renovarem-se continuamente, administrar pessoas estacionadas e sem apetência por se desenvolverem profissionalmente, compatibilizar as expectativas e o rítmo de desenvolvimento pessoal com os da empresa e estimular e oferecer o apoio condizente com uma postura empreendedora e inovadora. A responsabilidade pela administração de carreiras deve ser vista como compartilhada entre empresa e as pessoas de forma engajada e comprometida com o gerenciamento de oportunidades, planejamento e resultados a serem alcançados.
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Crica Fonseca
sexta-feira
Você está envolvido ou comprometido com a sua relação?
Obviamente, não estou falando de perder a sua vida ao se comprometer, mas de conseguir ter noção, antes de mais nada, da diferença de comportamento entre quem se envolve e quem se compromete.
Estar envolvido é dar-se em parte, é estar junto enquanto está bom, enquanto lhe convém, lhe é interessante, enquanto você não se vê convidado a superar dificuldades, rever conceitos e valores, modificar suas atitudes a fim de fazer dar certo.
Estar envolvido é ficar somente enquanto você não precisa perder nada, não precisa abrir mão de algo que lhe é caro, não precisa sentir-se com menos alguma coisa em função desta relação, do outro, do amor que você sente.
Estar comprometido é disponibilizar-se inteiramente, é estar disposto a qualquer coisa – dentro dos limites humanos, é claro – para que o amor prevaleça, para que o seu relacionamento sobreviva apesar das batalhas perdidas, apesar de ter que exercer a sua compaixão e colocar-se no lugar do outro, tentando compreender suas necessidades e desejos, a fim de que o relacionamento ganhe.
Estar envolvido é priorizar a si mesmo na maioria das vezes, levando em conta que a relação só vale a pena se lhe trouxer vantagens. Por outro lado, estar comprometido é priorizar essa triangulação que envolve você, o outro e o mundo criado a partir desta união. É saber que nem sempre as vantagens são pessoais. Muitas vezes, é preciso abrir mão de sua opinião, de seu desejo e de seu tempo para que o relacionamento cresça, se fortifique e torne-se mais sólida a vida em comum.
Talvez isso não lhe pareça muito com romance, amor-perfeito ou conto de fadas, onde tudo parece ser sempre ganho, vantagens e benefícios. No entanto, relacionamento é uma questão de escolha, objetivo e sentimento. O amor faz com que perdas se transformem em ganhos, com que o fato de você ceder lhe transforme em mais forte e não em mais frágil.
Tem gente que costuma dizer que viver com o ser amado é dividir com ele a sua vida. Eu prefiro a palavra “compartilhar”. Dividir parece ficar com apenas metade do que você era antes, porque dá ao outro a metade restante; enquanto que compartilhar significa ficar com o que você já era e ainda poder usufruir o que o outro é, ganhar a essência dele no intuito de aprender, de reconhecer nele qualidades que você não tinha, mas que pode assimilar e passar a ter.
Enfim, compartilhar vidas de forma comprometida é tornar-se mais, melhor, mais inteiro. É dar o seu melhor e reconhecer que não há garantias, não há certezas, não há um “para sempre”, nunca! Por isso mesmo, amar comprometidamente é uma decisão diária, é um exercício que exige disciplina e continuidade. Não há amor ganho, não há coração conquistado... há somente a decisão pessoal e particular de recomeçá-lo todos os dias.
me avise por favor!
Crica Fonseca





