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Humanização em T&D
A importância da preparação profissional e psicológica entremeados pelos aspectos experiências ligados ao Treinamento e Desenvolvimento trazendo Proposições de Condições Básicas para maior Humanização dos Processos de Treinamento. Assim como, indica a necessidade do aprimoramento de metodologias relacionadas ao enfrentamento de riscos causados pela desconsideração às questões relativas à saúde mental dos aprendizes e dos instrutores levando em consideração a subjetividade inerente a cada indivíduo. É percebido nas organizações atualmente que há um investimento cada vez maior no capital humano vinculado à qualidade dos recursos de capacitação e à produção.
Através segurança, saúde, interação com as pessoas e do desenvolvimento de competências das faculdades subjetivas dos empregados que vai depender a produtividade, a qualidade do serviço oferecido e o custo das empresas. O desenvolvimento profissional não deve ater-se apenas no preparo intelectual e técnico ou ao desenvolvimento de ferramentas e tecnologias, mas também as emoções que dão valor ao significado do trabalho e ao relacionamento interpessoal. O não reconhecimento destes fatores pode induzir ao desestímulo e desinteresse pelo exercício profissional, além de causar sofrimento psíquico. A ênfase às operações humanas deve ser situada no mesmo plano da integridade dos equipamentos e da qualificação dos líderes gerenciais.
É possível constatar que quando o empregado não se sente considerado enquanto pessoa em seu ambiente de trabalho aumenta o não comprometimento e o não envolvimento do mesmo. Quando isso acontece há uma série de problemas, como os de acidentes de trabalho com conseqüências para o patrimônio das empresas. A natureza do trabalho a ser exercido e o grau de risco nele inerente ambos estão ligados às habilidades particulares como prontidão para iniciativa_ principalmente entre profissionais que trabalham com situações de alta periculosidade, raciocínio rápido para o uso de alternativas na solução de problemas, concentração para o domínio da situação e criatividade. Estas habilidades não são desenvolvidas pela imposição de normas e procedimentos, podendo causar o impedimento de suas explicitações quanto mais rígidas forem os treinamentos porque despertaram medo e defesas que os indivíduos estruturam internamente para enfrentar as tarefas e resolver conflitos.
Perceber e responder de forma assertiva às condições ambientais depende de um processo dinâmico impregnado de interações objetivas e subjetivas, conscientes e inconscientes, que devem estar voltadas para o novo. O sujeito deve manipular o meio estressante modulando seu efeito através do domínio do ambiente sem se sentir indefeso. Sendo capaz de gerenciar situações, independente do tipo do agente estressor, para ter condições de atuar através de novas estratégias de enfrentamento. Aumentar o estresse reduz a capacidade de tomada de decisão, de selecionar informações necessárias e transmiti-las e a percepção de perigo.
Os padrões hierárquicos, normas e procedimentos, tipos de controle, seleção, treinamento e avaliações de desempenho caracterizam as organizações estruturando a identidade da Cultura Organizacional que é repassada pelas empresas sobre si mesmas para seus membros. A dinâmica dos processos de aprendizagem deve ser considerada como base para o bom funcionamento destes processos tratando da qualificação de seus líderes e instrutores diretos, os quais também são tomados de angústias e dilemas nas relações interpessoais e ao tomar decisões que afetam a vida dos outros. Não se deve acreditar que muitas informações passadas durante os Processos de Treinamento e Desenvolvimento levam a um melhor desempenho dos colaboradores, nem mesmo incentivar conflitos relacionados ao poder, a submissão e a necessidade de dominação que anulam as potencialidades humanas.
Ao propor Condições Básicas para maior Humanização dos Processos de Treinamento se faz necessário mesclar a objetividade das normas e procedimentos e os aspectos psicológicos da individualidade para que haja um desenvolvimento pessoal e organizacional no mercado atual em constante transformação e que apresenta uma gama de ferramentas para a comunicação, assim como, os diversos estudos e teorias sobre os processos de aprendizagem.
Crica Fonseca
Através segurança, saúde, interação com as pessoas e do desenvolvimento de competências das faculdades subjetivas dos empregados que vai depender a produtividade, a qualidade do serviço oferecido e o custo das empresas. O desenvolvimento profissional não deve ater-se apenas no preparo intelectual e técnico ou ao desenvolvimento de ferramentas e tecnologias, mas também as emoções que dão valor ao significado do trabalho e ao relacionamento interpessoal. O não reconhecimento destes fatores pode induzir ao desestímulo e desinteresse pelo exercício profissional, além de causar sofrimento psíquico. A ênfase às operações humanas deve ser situada no mesmo plano da integridade dos equipamentos e da qualificação dos líderes gerenciais.
É possível constatar que quando o empregado não se sente considerado enquanto pessoa em seu ambiente de trabalho aumenta o não comprometimento e o não envolvimento do mesmo. Quando isso acontece há uma série de problemas, como os de acidentes de trabalho com conseqüências para o patrimônio das empresas. A natureza do trabalho a ser exercido e o grau de risco nele inerente ambos estão ligados às habilidades particulares como prontidão para iniciativa_ principalmente entre profissionais que trabalham com situações de alta periculosidade, raciocínio rápido para o uso de alternativas na solução de problemas, concentração para o domínio da situação e criatividade. Estas habilidades não são desenvolvidas pela imposição de normas e procedimentos, podendo causar o impedimento de suas explicitações quanto mais rígidas forem os treinamentos porque despertaram medo e defesas que os indivíduos estruturam internamente para enfrentar as tarefas e resolver conflitos.
Perceber e responder de forma assertiva às condições ambientais depende de um processo dinâmico impregnado de interações objetivas e subjetivas, conscientes e inconscientes, que devem estar voltadas para o novo. O sujeito deve manipular o meio estressante modulando seu efeito através do domínio do ambiente sem se sentir indefeso. Sendo capaz de gerenciar situações, independente do tipo do agente estressor, para ter condições de atuar através de novas estratégias de enfrentamento. Aumentar o estresse reduz a capacidade de tomada de decisão, de selecionar informações necessárias e transmiti-las e a percepção de perigo.
Os padrões hierárquicos, normas e procedimentos, tipos de controle, seleção, treinamento e avaliações de desempenho caracterizam as organizações estruturando a identidade da Cultura Organizacional que é repassada pelas empresas sobre si mesmas para seus membros. A dinâmica dos processos de aprendizagem deve ser considerada como base para o bom funcionamento destes processos tratando da qualificação de seus líderes e instrutores diretos, os quais também são tomados de angústias e dilemas nas relações interpessoais e ao tomar decisões que afetam a vida dos outros. Não se deve acreditar que muitas informações passadas durante os Processos de Treinamento e Desenvolvimento levam a um melhor desempenho dos colaboradores, nem mesmo incentivar conflitos relacionados ao poder, a submissão e a necessidade de dominação que anulam as potencialidades humanas.
Ao propor Condições Básicas para maior Humanização dos Processos de Treinamento se faz necessário mesclar a objetividade das normas e procedimentos e os aspectos psicológicos da individualidade para que haja um desenvolvimento pessoal e organizacional no mercado atual em constante transformação e que apresenta uma gama de ferramentas para a comunicação, assim como, os diversos estudos e teorias sobre os processos de aprendizagem.
Crica Fonseca
quinta-feira
" se você esperar, quando agir, seus fatos estarão obsoletos,
porque nada ficou parado. [...] Em algum momento você vai ter que
dar um salto de fé. Em primeiro lugar, porque mesmo a
decisão certa é errada, se tomada tarde demais. E, em segundo,
porque com relação à maioria das coisas,
a certeza é algo que não existe".
(Lee Iacocca)
porque nada ficou parado. [...] Em algum momento você vai ter que
dar um salto de fé. Em primeiro lugar, porque mesmo a
decisão certa é errada, se tomada tarde demais. E, em segundo,
porque com relação à maioria das coisas,
a certeza é algo que não existe".
(Lee Iacocca)
Declaração feita por U. That (Secretário-Geral das Nações Unidas nos anos 70):
Espiritualidade é um estado de conexão com a vida. É uma experiência de ser, pertencer e cuidar. É sensibilidade e compaixão, alegria e esperança. É a harmonia entre a vida interior mais profunda e a vida exterior. É a compreensão suprema da vida no tempo e no espaço, a sintonia do ser interior com os grandes mistérios e segredos que existem ao nosso redor. É a crença na bondade da vida e na potencialidade de cada pessoa humana, para contribuir com ela com bondade. É a crença na vida como parte do eterno fluxo do tempo, em que cada um de nós veio de algum lugar e está destinado para algum lugar. Sem tal crença, não pode haver prece, meditação, paz e felicidade.
terça-feira
As Razões do Amor
Os místicos e os apaixonados concordam em que o amor não tem razões...
Ele é como a rosa: " A rosa não tem 'porquês', Ela floresce porque floresce".
As sem razões do amor.
Não é que faltem razões ao coração, mas que suas razões estão escritas numa língua que desconhecemos....
A verdade essencial é o desconhecido que me habita e a cada amanhecer me dá um soco.
O amor será isto: um soco que o desconhecido me dá?
Ao apaixonado o decifrar desta língua está proibida, pois se ele a entende, o amor se irá.
Foi assim que o paraíso se perdeu: quando o amor, não contente coma sua felicidade, se deixou morder pelo desejo de saber. O amor não sabia que a sua felicidade só pode existir na ignorância de suas razões...
Quero decifrar sua língua. Procuro as cem razões para o amor...
Imaginem se um apaixonado fizesse essa pergunta a sua amada: "Que é que eu amo quando te amo?" Seria, talvez, o fim de uma história de amor. Pois esta pergunta revela o segredo que nenhum amante pode suportar: que ao amar a amada o amante está amando uma outra coisa que não é ela. ...
O que amamos é sempre um símbolo. Daí a impossibilidade de fixar o seu amor em qualquer coisa sobre a terra.
Variações sobre a impossível pergunta: Te amo, sim, mas não é bem a ti que eu amo. Amo uma outra coisa, que não conheço, mas que me parece ver aflorar no teu rosto. Eu te amo porque no teu corpo um outro objeto se revela.
te abraço para abraçar o que me foge. Ao te possuir alegro-me na ilusão de te possuir...
Mas, por ser graça _ que desceu sobre ti, sem razões, da mesma forma como desceu pode de novo partir. Se isto acontecer deixarei de te amar. E minha busca recomeçará de novo...
Esta é a dor que nenhum apaixonado suporta. A paixão se reduza a saber que o rosto da pessoa amada (presente) apenas sugere o obscuro objeto do desejo (ausente). A pessoa amada é metáfora de uma outra coisa...
"O amor começa no momento em que uma mulher se inscreve com uma palavra em nossa memória poética."
Temos agora a chave para compreender as razões do amor:
o amor nasce, vive e morre pelo poder _ delicado _ da imagem poética que o amante pensou ver no rosto da amada...
Ruben Alvez
Quem é o Líder?
Afinal, liderança é um processo de relação interpessoal, onde o líder é a pessoa que busca o desempenho máximo dele e de todos os que estejam envolvidos em qualquer processo, seja ele produtivo ou educativo. Para se conseguir êxito naquilo que se é propostos a fazer, deve-se ter uma visão abrangente do conjunto, da equipe e da instituição. Além disto, trabalhar dentro das metas formais da instituição, conseguindo assim o objetivo fim do trabalho. Ter metas e convicções pessoais alinhadas aos da organização é o que faz impulsionar a direção do trabalho. Esta visão diretiva, não impositiva ou autoritária, faz do líder alguém capaz de obter o máximo das qualidades de cada um, focando sempre nos pontos fortes, e melhorando gradualmente os pontos fracos. Assim, o líder garante o sucesso e o respeito dos seus colegas e subordinados, esteja ele representando a instituição como gestores em processos de gerência ou instrutores em processos educacionais durante o Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas. Estar focado, ter ambição, sem perder a humildade e o respeito às pessoas, também faz parte do processo de liderança. O líder não precisa aparecer pessoalmente para se sentir realizado, uma vez que as conquistas da equipe e da empresa lhe bastam como satisfação. Sua auto-confiança é suficiente para saber qual é a importância da sua participação no processo. Esta valorização e a busca constante da excelência fazem crescer e desenvolver o líder e toda a equipe, proporcionando um ambiente de trabalho saudável, onde os egos sejam menores do que a satisfação pela evolução de todos. Seguindo esta linha, as conquistas e as metas atingidas são apenas as resultadas de um processo focado, disciplinado e trabalhoso, mas que proporciona a sensação de prazer e satisfação pelo dever cumprido, e uma grande disposição para continuar os desafios propostos e inesperados que cercam a produtividade a todo instante.
Crica Fonseca
Crica Fonseca
sábado
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