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Informações sobre a Cirurgia Bariátrica

Sinônimos para Cirurgia Bariatrica: cirurgia para redução do estomago, gastroplastia, cirurgia da obesidade, cirurgia do obeso, cirurgia para emagrecer, cirurgia para redução de peso, operação do estômago, cirurgia metabólica ou cirurgia plástica de estômago.Introdução: a obesidade é um grave problema de saúde e é classificada através do Índice de Massa Corpórea – IMC > 30.
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A obesidade deve ser tratada através de dietas hipocalóricas, exercícios físicos, mudanças no estilo de vida, psicoterapia e medicamentos indicados pelo médico especialista. Em muitos casos, particularmente em obesidade morbida (IMC > 40), esse tratamento é pouco eficaz na redução do peso e em tratar suas complicações. Assim, a cirurgia bariátrica ganha espaço e importância, sendo um dos procedimentos que mais vem aumentando no mundo devido a técnicas cada vez mais seguras e efetivas.
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Objetivos da Cirurgia Bariátrica: através de uma redução no volume do estômago há uma significativa diminuição na ingestão alimentar, na sensação de fome, possibilitando uma saciedade com menor quantidade de alimentos e calorias (dieta hipocalórica). A cirurgia bariátrica facilita a perda de peso, com objetivo de se obter uma vida mais saudável, com mais qualidade, controlar as doenças já existentes relacionadas a obesidade (diabetes, dislipidemias, hipertensão, apnéia do sono, incontinência urinária de esforço, osteoartrose, asma, problemas respiratórios, depressão, doença do refluxo gastresofágico, problemas sexuais), diminuir o aparecimento de novas doenças e a mortalidade. É importante ter em mente que a cirurgia bariátrica permite este controle na ingestão alimentar e diminui a sensação de fome, mas as modificações no estilo de vida devem ser permanentes, inclusive a realização de exercícios físicos e acompanhamento médico, nutricional e psicológico.
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Indicações para Cirurgia Bariatrica:
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a) pacientes com IMC igual ou maior que 40 (obesidade mórbida)
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b) pacientes com IMC igual ou maior que 35 com problemas de saúde (doenças) relacionados à obesidade (hipertensão, diabetes, dislipidemias, apnéia do sono, insuficiência coronariana, doença do refluxo gastresofágico, depressão, osteoartrose joelhos/quadril)
* Justificativa para ter feito a Cirurgia Bariátrica que foi realizada dia 08 de Fevereiro de 2010. (Crica)
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c) pacientes com falência do tratamento clínico da obesidade (histórico de tentativas de perda de peso anterior, com diferentes tratamentos sem sucesso), devem passar por avaliação médica, nutricional e psicológica e não ser portador de nenhuma doença ou condição que contra-indique a cirurgia.
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Contra-Indicações:
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a) Dependente de álcool ou drogas
b) Apresentar sintomas clínicos que contra-indiquem a cirurgia (podem ser transitórios ou permanentes) como insuficiência renal, infarto agudo do miocárdio, cirrose hepática, doença pulmonar grave,além de distúrbios psiquiátricos graves
c) Ausência de condições psicológicas
d)Objetivo de realização da cirurgia por motivos estéticos em pacientes que não apresentam indicação médica para o procedimento

Riscos e Complicações da Cirurgia Bariatrica: Como todo procedimento cirúrgico, a cirurgia bariátrica apresenta riscos e complicações que dependem da técnica escolhida. Somando-se técnicas avançadas, a cirurgiões competentes e capacitados, mais a escolha de um hospital de referência, com todo o suporte necessário para o procedimento, a taxa de complicação e mortalidade é baixa. Lembramos que a obesidade por si só constitui risco.
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Após a Cirurgia: Quando a operação é feita por laparoscopia , o tempo de internação hospitalar médio é de 2 dias e afastamento temporário do serviço de 7 dias. Nos primeiros 30 dias, o paciente só ingere líquido (sopa, sucos, caldos), para não forçar os pontos e para adaptação ao novo volume reduzido do estômago. Aos poucos a dieta passa de líquida para pastosa, para branda, até a ingestão dos alimentos sólidos. Sessenta por cento das pessoas que fazem a redução do estomago desenvolvem intolerância à carne. É possível substituir por soja e derivados de leite para repor a quantidade de proteína necessária para formar musculatura, manutenção e fortalecimento do cabelo e unhas.
*Obs: A maioria das fontes pesquisadas citam 3 dias de internação e 15 dias para o retorno ao trabalho. Meu médico assim o fez; 3 dias de internação e 15 dias sem atividades laborais. (Crica)
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Complicações existem e por isso o paciente que realizar a cirurgia deve ter bom acompanhamento médico e nutricional antes e após a cirurgia para minimizá-las.As principais complicações tardias são: anemia crônica, deficiência de cálcio que provoca osteoporose e pedras nos rins, engasgamento, perda de cabelo, cálculo na vesícula e um fenômeno conhecido como dumping (nas cirurgias de derivação gástrica). O dumping aparece porque a cirurgia remove o estômago e os alimentos caem direto no intestino. Quando são muito doces ou muito gordurosos, provocam uma irritação intensa. A pessoa se sente muito mal: palpitações, suor frio, palidez, escurecimento da vista, sensação de desmaio e diarréia. É uma complicação importante e até bem-vinda, permitindo assim o controle na ingestão de alimentos doces e gordurosos.
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Os benefícios que o paciente usufrui após a cirurgia são imensos. A grande maioria dos pacientes relatam que as complicações são um preço pequeno a pagar frente aos benefícios decorrentes da perda de peso, melhora da qualidade de vida, resgate da auto-estima e da diminuição e controle das doenças relacionadas com a obesidade, além da significativa redução da mortalidade precoce.
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Benefícios: Com a cirurgia bariatrica e o acompanhamento multiprofissional posterior, os benefícios para o paciente são evidentes e de grande impacto para a saúde e qualidade de vida.
A obesidade mórbida leva à redução do tempo médio de vida e a muitos problemas de saúde associados, chamados de co-morbidades.
Diversos estudos mostram que este tratamento permite uma vida mais saudável e prolongada. Além do resgate da auto-estima, diminuição e controle das doenças relacionadas com a obesidade.
Em média, há perda de 40% do peso em 12 meses, desde que o paciente continue seguindo orientações nutricionais, atividade física e acompanhamento regular.
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Novamente, ressaltamos a importância da dedicação do paciente ao próprio tratamento como fator fundamental do sucesso terapêutico, levando à importante melhora até resolução completa de doenças como diabetes tipo II, hipertensão e apnéia do sono. Conheça alguns dos benefícios específicos ligados às co-morbidades associadas à obesidade morbida após tratamento com a cirurgia bariatrica.
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a) Hipertensão e Problemas CardíacosEmbora a hipertensão possa ocorrer por outros motivos, a obesidade está diretamente relacionada com hipertensão e quanto maior o IMC, maiores os níveis pressóricos e maior a gravidade e dificuldade no controle da pressão. A hipertensão é um dos principais fatores de risco para acidente vascular encefálico (derrame), infarto do coração, falência cardiaca (insuficiência cardíaca), insuficiência renal e obstrução arterial dos membros inferiores (pernas). A cirurgia bariátrica, reduzindo o excesso de peso, reduz o trabalho e a necessidade do esforço do coração, diminuindo os níveis de pressão. Associada a mudanças na dieta, exercícios físicos e significativa redução de peso há maior facilidade no controle da hipertensão e demais condições associadas como dislipidemia e diabetes. Estudos científicos com mais de 10.000 pacientes mostram melhora significativa ou resolução da hipertensão em até 92% pacientes.
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b) Diabetes tipo IIDiabetes tipo II é uma desordem do metabolismo da insulina e da glicemia, relacionando-se diretamente com a obesidade e mais ainda com a obesidade morbida. Embora possa ocorrer em pacientes não relacionados a obesidade, quanto maior o IMC, maior o risco de desenvolver diabetes, mais precocemente e de maior gravidade. Com o passar dos anos o dibetes tipo II leva a problemas no coração, nos rins, nas pernas, nos olhos e a um aumento de doenças cerebrais como acidente vascular cerebral (derrame) e demências.Pacientes submetidos a cirurgia bariátrica tem uma diminuição da resistência à insulina, melhorando assim o nível de glicemia (açucar no sangue), diminuindo a necessidade do uso de medicação de controle e do uso de injeção de insulina.Estudos cientifícos mostram melhora significativa, até situações de resolução do quadro de diabetes após a cirurgia, mesmo antes da acentuada redução do peso. Estudo recente mostrou resolução completa do diabetes tipo II em 76% pacientes e resolução ou melhora significativa em 86%. A maioria dos pacientes não necessita mais do uso de medicação, ou o faz em doses pequenas para o controle do diabetes após a cirurgia bariátrica e tratamento multiprofissional continuado.
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c) Dislipidemia (aumento colesterol)Dislipidemia é uma desordem do metabolismo dos lípides - substâncias derivadas da gordura - no sangue. Esses lípides são parte estrutural na formação das placas de aterosclerose (gordura) nas artérias do corpo, especialmente no coração, cerebro, rins e pernas, levando a infartos cardíacos, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e obstrução aterial dos membros inferiores. Embora possa ocorrer em paciente não obeso, há uma relação importante e bem definida com a obesidade, acarretando quadros mais graves, de mais díficil controle clínico e medicamentoso, com maiores complicações. No acompanhamento de pacientes submetidos a cirurgia bariátrica e tratamento continuado houve melhora dos níveis de colesterol em 93% dos pacientes.
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d) DepressãoDepressão pode ocorrer em qualquer pessoa, embora em pacientes com obesidade mórbida exista uma porcentagem muito maior que na população em geral, tende a ser mais severa e de mais difícil tratamento. A obesidade morbida não é causa de depressão mas contribui para a dificuldade na resolução do quadro por complicar e muitas vezes impossibilitar atividades da vida diária, interação social, procura de empregos e relacionamentos afetivos. A redução do peso, combinada com tratamento médico e psicológico proporciona saúde emocional mais equilibrada. Pacientes submetidos a cirurgia bariátrica, mostram expressiva melhora na qualidade de vida, nas interações sociais, bem-estar emocional, oportunidades de emprego e nas condições econômicas. É importante a avaliação psicológica no pré-operatório para ajudar e preparar o paciente para as mudanças que ocorrem com a cirurgia.
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e) Osteartrose (Quadril e Joelhos)Osteoatrose é uma condição médica em que há um desgaste das articulações, levando à dor e dificuldade de movimentação. Em obeso mórbido, as articulações mais acometidas são joelhos e quadris, levando a quadros dolorosos, que muitas vezes impedem o paciente de andar, subir escadas, abaixar. Com a redução de peso, a pressão sobre os joelhos diminui, reduzindo a dor de forma considerável.A cirurgia bariátrica, como reduz peso expressivamente e de forma duradoura, é um tratamento muito efetivo para esse tipo de osteoartrose. Um estudo recente em 500 pacientes mostrou resolução da artrite em 90% pacientes operados.
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f) Apnéia do Sono e Problemas RespiratóriosApnéia Obstrutiva do Sono é quando a respiração é temporariamente suspensa durante o sono por colapso da musculatura e de tecidos moles da garganta e do pescoço. A obesidade m orbida pode levar a um quadro grave de apnéia do sono e a outros problemas respiratórios (cerca de 50-60% obesos mórbidos sofrem de apnéia do sono). Quanto maior o excesso de peso, maior a quantidade de gordura pressionando o peito e os pulmões, dificultando a respiração.Com a cirurgia bariátrica há uma redução do excesso de peso, diminuindo o depósito de gordura na garganta e no pescoço, diminuindo a ocorrência e a gravidade da apnéia do sono. Estudos recentes mostram resolução completa em 85% pacientes após a cirurgia associada ao acompanhamento multiprofissional e modificações no estilo de vida.
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g) Doença Refluxo Gastro-EsofágicoDoença do Refluxo Gastro-Esofágico é causada pela exposição crônica da mucosa do esofâgo ao conteúdo ácido do estômago, levando a quadros de queimação, azia, inflamação do esofâgo e lesões mais graves. O excesso de peso é uma das causas porque acarreta um enfraquecimento da válvula que impede o refluxo. Em obeso mórbido a doença do refluxo é muito mais frequente e tem maior gravidade.Com a cirurgia bariátrica há melhora deste quadro por duas razões: a redução do peso diminui a ocorrência e a gravidade do refluxo; a outra razão é que a cirurgia diminui a produção de ácido no estômago. Estudo com 500 pacientes mostrou resolução completa da doença do refluxo em 98% após a cirurgia bariátrica.
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h) Incontinência Urinária de EsforçoEntre mulheres, a obesidade mórbida é um importante fator de risco para incontinência urinária de esforço ou perda involuntária e incontrolável de urina na realização de esforços ou situações como tossir, rir, espirrar. A obesidade mórbida aumenta a prevalência de incontinência pelo relaxamento e frouxidão da musculatura abdominal e pélvica. Através da cirurgia bariátrica associada ao tratamento multiprofissional, há uma significativa melhora nos quadros de incontinência urinária de esforço em mulheres. Estudo recente mostrou resolução do quadro em 97% dos pacientes após cirurgia bariátrica.
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Conheça os tipos de cirurgia de estômago: A escolha da melhor técnica cirúrgica para seu caso deve ser individual e avaliada junto com seu médico. Em muitos casos, a cirurgia pode ser feita por laparoscopia, o que implica em um tempo de internação menor e um pós operatório de recuperação mais rápida.As cirurgias bariátricas podem ser divididas em três grupos:
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1) CIRURGIA RESTRITIVA Reduzem o tamanho do reservatório gástrico, aumentando a saciedade e diminuindo a velocidade de esvaziamento do pequeno estômago. O procedimento induz à saciedade precoce e restringe o volume de alimento. Suas vantagens são: baixo índice de complicações; baixíssima taxa de mortalidade; mínima interferência na fisiologia digestiva; ausência de dumping; não comprometimento da absorção de cálcio, ferro, vitaminas; mantém o trato digestivo acessível à investigação diagnóstica no futuro; fácil reversibilidade e ajuste individual; alta precoce; rápida recuperação e pouca dor. Pode ser facilmente realizada por videolaparoscopia. Já as desvantagens constatadas são: ausência de controle qualitativo (possibilidade de ingerir líquidos hipercalóricos); perspectiva de perda de peso menor que nas técnicas mistas e disabsortivas; maior necessidade de cooperação do paciente na mudança de hábitos; ocorrência de vômitos/regurgitação na fase de adaptação e possibilidade de complicações tardias que podem necessitar reversão da cirurgia (5%).
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a) GASTROPLASTIA VERTICAL COM BANDAGEM: Fechamento de uma porção do estômago através de uma sutura, gerando um compartimento fechado (novo estômago). A utilização de um anel de contenção resulta em um esvaziamento mais lento deste “pequeno estômago”.
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b) BANDA GÁSTRICA AJUSTÁVEL: A cirurgia de banda gástrica ajustável consiste na colocação por via laparoscópica, de uma banda ou anel regulável ao redor do estômago, reduzindo a capacidade de ingestão de alimentos, criando um “pequeno estômago” que se esvazia lentamente para um “grande estômago”, através de uma pequena passagem localizada exatamente no local onde a banda ou anel está colocado. Esta bandagem gástrica fica acessível por meio externo, possibilitando ajuste do tamanho do estômago no decorrer do tratamento.
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2) CIRURGIA DISABSORTIVA: A exclusão de uma parte do intestino por onde passam os alimentos, altera a digestão, causando assim a absorção incompleta do alimento no intestino. Para se obter este intento, exclui-se o duodeno e o jejuno da passagem do alimento, diminuindo ainda o tamanho do estômago, mas com uma redução muito menor que nas técnicas restritivas. As técnicas mais comuns são a Derivação Bilio-pancreática de Scopinaro e o Duodenal Switch. O paciente é capaz de comer grandes quantidades, sem limitação do tipo de alimento. As vantagens são: maior perda de peso (80% do excesso de peso); perda de peso mantida a longo prazo (18 anos); máxima resolução das doenças associadas (dislipidemia e diabetes); possibilidade de ingestão sem limitação no volume ingerido; mínima necessidade de restrição dietética; ausência de dumping e o efeito pode ser revertido com uma nova cirurgia (a parte do estômago que é retirada não interfere nos hábitos de vida). Suas desvantagens são: uma parte do estômago é retirada definitivamente e compromete a absorção de ferro, cálcio, e vitaminas, necessitando de reposição e controle; aumenta o ritmo intestinal - 2 a 4 evacuações/dia (diarréia em cerca de 5% dos casos); fezes e gases com odor fétido (problemas sociais) em metade dos pacientes; exclui o duodeno e o jejuno da investigação diagnóstica; alta tardia - recuperação lenta - grandes incisões; possibilidade de complicações tardias; anemia, úlcera, osteoporose e desnutrição protéica.
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3) CIRURGIA MISTA OU CIRURGIA RESTRITIVA/DISABSORTIVA (CAPELLA)
Técnica que combina restrição gástrica com algum grau de mal-absorção, o bypass gástrico de Fobi-Capella é a mais utilizada. Neste tipo de cirurgia, realiza-se a gastroplastia (construção de um novo estômago – pequeno estômago através de colocação de anel de contenção) o alimento passa diretamente para uma alça do intestino, sem passar pelo “grande estômago”. Uma parte do estômago e do duodeno ficam isolados da passagem do alimento. O paciente tem saciedade precoce e intolerância aos alimentos doces e gordurosos (Síndrome de Dumping). As vantagens são: rápida perda de peso (70 % do excesso de peso em um ano); excelente resolução das doenças associadas (dislipidemias e diabetes); reeducação e aquisição de hábitos saudáveis de alimentação, evitando sintomas desagradáveis resultantes da ingestão de alimentos hipercalóricos (principalmente no 1º ano); restrição dietética moderada, com benefícios importantes a longo prazo. As desvantagens são: maior taxa de complicações pós-operatórias imediatas; comprometimento da absorção de cálcio, ferro, vitaminas, (porém em menor grau do que nas técnicas disabsortivas); torna o estômago e o duodeno inacessíveis à investigação diagnóstica; difícil reversibilidade; moderada incidência de vômitos/regurgitação na fase de adaptação; alta tardia - recuperação lenta - grandes incisões.Outra possibilidade de tratamento é o balão intra-gástrico.
* Cirurgia a qual fui submentida (Crica)
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4) BALÃO INTRA-GÁSTRICOO balão intra-gástrico é uma prótese de silicone de formato esférico e superfície lisa. É introduzido no estômago do paciente por endoscopia e não necessita internação hospitalar. Os riscos de uma complicação são pequenos. A média de permanência do balão no estômago está entre 4 e 6 meses. Essa técnica é utilizada, principalmente, na redução de peso de paciente muito obeso (média de 10-15 kg) que deve antes perder peso, para poder submeter-se à cirurgia definitiva. Indicado para obesos menores que querem emagrecer e para obesos com indicação cirúrgica que não querem operar.
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Benefícios da cirurgia - http://www.bariatricedge.com/dtcf/pages/health_benefits.htm
Riscos Cirúrgicos - http://www.bariatricedge.com/dtcf/pages/risks_surgery.htm
Procedimento Cirúrgico - http://www.bariatricedge.com/dtcf/pages/procedures.htm
Cálculos de risco - http://www.obesitysurgeryteam.com/
Geral – http://www.ccogastro.com.br/
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Um comentário:

Turismo Médico disse...

Ótimo artigo!! Muito esclarecedor! Parabéns!